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Atenta ao avanço global da COVID-19, a ProEpi, Associação Brasileira de Profissionais de Epidemiologia de Campo, preparou esta página especial com as informações mais relevantes para o profissional de saúde e para a população em geral.

Última atualização em 28 de janeiro de 2021, às 11h

PARA A POPULAÇÃO PARA PROFISSIONAIS

INFORMAÇÕES PARA A POPULAÇÃO

Devo usar uma máscara de proteção?

Máscaras cirúrgicas e N95 devem ser priorizadas para profissionais de saúde.

Para a população em geral, a recomendação é confeccionar máscaras caseiras, desde que se tome o cuidado de utilizar tecidos que assegurem boa efetividade (veja sugestões abaixo), que as máscaras sejam bem desenhadas e que sejam higienizadas corretamente.

Posso fazer tudo normalmente, desde que esteja usando máscara?

Não. O uso de máscaras é uma medida a ser implementada junto às outras recomendadas pelo Ministério da Saúde, como o distanciamento social, a etiqueta respiratória e a higienização constante das mãos.

Que materiais servem para fabricar máscaras caseiras?

Os tecidos recomendados são, em ordem de capacidade de filtragem:

  1. Tecido de saco de aspirador;
  2. Cotton (composto de poliéster 55% e algodão 45%);
  3. Tecido de algodão (como camisas 100% algodão);
  4. Fronhas de tecido antimicrobiano.

O que eu faço com minhas encomendas vindas da China?

O que os estudos indicam até agora é que o vírus pode sobreviver por até 72 horas em determinadas superfícies. Como as encomendas vindas da China costumam demorar mais do que isso para chegar ao Brasil, não há indicação para evitar esse tipo de importação.

É verdade que o novo coronavírus não se adapta bem ao clima quente?

Até o momento, não se sabe a influência do clima na transmissão de COVID-19.

Outros vírus respiratórios, como os responsáveis pela gripe comum, apresentam maior transmissão em climas frios, mas isso não significa que o mesmo vá, necessariamente, acontecer com o novo coronavírus.

Animais domésticos como cães e gatos podem transmitir o novo coronavírus?

Já foram reportados casos de animais de pacientes de COVID-19 infectados com a doença, mas ainda é cedo para dizer se gatos podem ser hospedeiros imediatos da COVID-19.

Há um esforço conjunto da OMS (Organização Mundial da Saúde) e da OIE (Organização Mundial da Saúde Animal) para esclarecer essas questões.

Medidas de controle da COVID-19, por Jonas Brant

Duração: 5:28

Salas de situação, por Marcela Santos

Duração: 7:08

Resposta à COVID-19 nos municípios, por Márcio Garcia

Duração: 6:44

Fake news e coronavirus, por Ligia Cantarino

Duração: 2:21

Dicas rápidas de prevenção dos membros da ProEpi

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Checklist do idoso, por Marcela Santos

Duração: 1:41

Saindo e chegando em casa, por Carolina Pacheco

Duração: 1:14

PERGUNTAS E RESPOSTASVoltar

Por quanto tempo um infectado por SARS-CoV-2 permanece capaz de infectar outras pessoas?

Ainda não há uma resposta bem definida para o período de infectividade, mas já encontrou-se RNA de SARS-CoV-2 em tecidos do trato respiratório semanas após a apresentação de sintomas, de forma semelhante às infecções por MERS-CoV e SARS-CoV.

A detecção de RNA, entretanto, não significa necessariamente que o indivíduo esteja capaz de infectar outros.

Pessoas que se recuperam da COVID-19 podem ser novamente infectadas por SARS-CoV-2?

A resposta imunológica ao vírus SARS-CoV-2 ainda não é bem compreendida.

A informação mais próxima disso, no momento, é a de que infectados com MERS-CoV não costumam ser infectados uma segunda vez.

Se um paciente testa positivo para um outro vírus respiratório, deve-se excluir a possibilidade de COVID-19?

Não. Pacientes podem ser infectados por mais de um vírus ao mesmo tempo. Já existem, inclusive, relatos de co-infecções em pessoas com COVID-19.

COVID-19 é de notificação compulsória?

Sim. COVID-19 é de notificação compulsória imediata – o que significa que qualquer caso suspeito ou confirmado precisa ser registrado junto ao Ministério da Saúde.